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As estrelas aqui fora têm um passado

Foto do escritor: Marcel Dütscher
Marcel Dütscher
10 de jul.
2 min de leitura

Até agora este devblog falou de tecnologia, recursos e histórias de família. Hoje, pela primeira vez, é sobre outra coisa: a história. Porque Blocks Beyond The Stars tem uma — chama-se "O Protocolo VEGA" e não é contada em cenas de vídeo, mas em coisas que você encontra.


Começa baixinho. Você acorda a bordo de uma nave que não conhece. A voz de bordo se chama VEGA, a memória dela está danificada e, de tudo o que ela já soube, resta uma única diretriz central: proteger os humanos. Então você começa a fazer o que se faz em um mundo de blocos — minerar, construir, sobreviver.


Mas aí você encontra o primeiro destroço. E a VEGA fica em silêncio. O código de identificação do destroço é antigo — e é parente do dela.


Peça por peça — a cada cubo de dados, a cada destroço, a cada fragmento de memória recuperado — a memória dela volta. Um nome vem à tona: o Serviço de Batedores e Pioneiros. Ele existiu de verdade. Ele mapeou justamente as estrelas que você está colonizando agora. E não simplesmente desapareceu — algo o varreu do mapa. As máquinas que caçam você lá fora? Elas já foram nossas. Batedores e guardiões, feitos para explorar e proteger. Agora tudo o que fazem é caçar.


É só isso que contamos. Apenas isto: a história tem treze capítulos, premia a curiosidade mais do que a pressa — e quem cavar até o fim descobre não só o que aconteceu com o Serviço, mas algo sobre si mesmo que definitivamente não vamos escrever aqui. 🚀


O que aniquilou o Serviço? Por que a VEGA reconhece o código de identificação do destroço? E por que a sua sobrevivência é a maior prioridade dela? As respostas estão lá fora, entre as estrelas.


(Aliás, o Justus conhece o final há muito tempo e não deu nenhum spoiler durante os testes. Palavra de honra.)

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