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Version 2026.8.14 – Voltamos e conferimos 🔍

Foto do escritor: Marcel Dütscher
Marcel Dütscher
14 de ago.
3 min de leitura

14 de agosto de 2026


As duas últimas atualizações transformaram isto num jogo para jogar com outras pessoas. Depois veio a pergunta que quase ninguém gosta de fazer a si mesmo: esses consertos realmente se sustentam — ou só lembramos de tê-los escrito? Então passamos por todos de novo, linha por linha contra o código, e não contra a nossa memória. A boa notícia: todos se sustentam. A outra notícia: a revisão encontrou seis lugares em que as novidades pararam um pouquinho antes da linha de chegada. Nenhum recurso novo desta vez — esta atualização torna honestas as duas últimas. 🔍


Cada piloto atira da própria cabine. Uma correção anterior deu a cada piloto a própria simulação de voo — mas só para colisões e dano. Tudo o que vocês disparam ainda era medido a partir da nave que tinha informado a posição por último ao servidor. Com dois de vocês sobre o mesmo planeta isso significa: um tiro no asteroide bem na sua frente volta como “fora de alcance”, porque o seu parceiro de voo está longe. E um Feixe de Trator de repente sai de um lugar onde vocês nunca estiveram. Disparo (alcance e mira), resgate de sucata, trator, embarque em estação, construção no espaço e os pontos de retorno ao acoplar agora são todos medidos a partir do piloto que os aciona. 🛰


A pausa agora segura de verdade. Quando todos pausam o mundo, a simulação para — mas o servidor continuava aceitando tudo o que os jogadores lhe enviassem. Um jogo normal não envia nada enquanto está no menu de pausa, e por isso ninguém notou. Um jogo modificado poderia ter congelado o mundo para todos por dez minutos, com a fome desligada e os inimigos parados, e continuado minerando em silêncio o tempo todo. Agora as ações de jogo são barradas na porta enquanto o mundo está em pausa. Continuar, chat, salvar e comandos de admin continuam permitidos, claro. ⏸️


Admins observadores não voam mais para o nada. Um observador não bloqueia a pausa e não conta para ela — só que o fornecimento de paisagem foi desligado junto com o mundo. Quem continuava voando durante a pausa acabava chegando à borda do mundo carregado e depois ao vazio, por até dez minutos. Agora os observadores continuam recebendo pedaços do mundo. E eles não ocupam mais plataformas de pouso: um observador pousando antes reservava uma plataforma, estacionava uma nave e marcava o observador como “a bordo”. 👁


Duas coisas que raramente acontecem, mas são desagradáveis quando acontecem. Em mundos configurados sem Nave Inicial, o ponto de renascimento de um jogador novo podia virar, por acidente, o tanque de cura do anfitrião — vocês acordariam dentro da nave de outra pessoa. E, se uma entrada falhasse no meio do caminho, depois de a nave já ter sido estacionada, essa nave ficava no mundo como um objeto sem dono: ninguém podia pilotá-la, ninguém podia removê-la. As duas foram resolvidas. 🧹


E as coisinhas: a etiqueta de nome de um jogador cuja conexão engasga agora some junto com ele — antes, ficava no ar por mais três a dez segundos onde alguém estivera. O mapa estelar não diz mais “plataformas cheias” quando a última plataforma livre é a sua própria reserva (o seletor de pouso já tinha essa correção). As teclas numéricas ao pousar escolhem a plataforma com o número impresso, e não a que está naquela posição da lista. E o ritmo com que o servidor empurra a paisagem não consegue mais ultrapassar o cliente. ✨


Uma coisa que vale saber: fora a etiqueta de nome e as teclas numéricas, todos esses consertos estão no servidor. Então, para uma sessão em casa, a versão que importa é a que roda na máquina que abriu o mundo. 🖥


Não é uma atualização espetacular, esta. Mas valeu a pena conferir. 🔍✨

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